André vira opção de ala do PL e partido de Bolsonaro pode selar candidatura do MDB

O apoio do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dono da maior fatia no fundo eleitoral e no tempo de TV, pode selar a candidatura do ex-governador nas eleições deste ano

Por Redação em 01/06/2024 às 09:50:27
André tem esperança de ter o apoio do partido de Bolsonaro na disputa da prefeitura

André tem esperança de ter o apoio do partido de Bolsonaro na disputa da prefeitura

Após o fracasso das tentativas de lançar um candidato próprio, uma parte do PL passou a ver André Puccinelli (MDB) como opção nas eleições municipais de Campo Grande. O apoio do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dono da maior fatia no fundo eleitoral e no tempo de TV, pode selar a candidatura do ex-governador nas eleições deste ano.

Desde setembro do ano passado, Bolsonaro vem tentando emplacar um candidato a prefeito na Capital. Em setembro, ele lançou o ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB), mas condicionou o apoio a troca de legenda. Depois, ele falou em apoiar João Henrique Catan e Rafael Tavares.

O ex-presidente também sinalizou apoio à reeleição da prefeita Adriane Lopes (PP), que vem sendo articulado pela senadora Tereza Cristina (PP). No entanto, parte do partido resiste em subir no palanque da atual chefe do Poder Executivo. Tenente Portela tentou se lançar candidato, mas recuou após levar um puxão de orelhas de Bolsonaro.

Com a eleição batendo a porte, os liberais passaram a cogitar um novo caminho. "Na verdade uma ala do PL é que me procurou", admitiu o ex-governador. Puccinelli pode disputar a prefeitura pela 3ª vez, mas admitiu que a falta de recursos pode inviabilizar a candidatura.

A executiva nacional do MDB prometeu lhe dar a maior parte dos recursos solicitados. Ele ainda não bateu o martelo, mas o apoio do PL pode selar a candidatura de André nas eleições deste ano. Ele admite que será positivo.

Bolsonaro é, atualmente, o maior cabo eleitoral em Campo Grande, segundo pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência. Só que esse apoio não impulsionou nenhum bolsonarista raiz, como Catan, Tavares, Marcos Pollon e Portela. O único que se destacou foi Capitão Contar, mas com um índice de rejeição altíssimo.

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